Trabalho Final - final?? FINAAAAAAAAALLLLLLL!!! \o\

Posted: sexta-feira, 13 de agosto de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Presumindo que seremos aprovados =D

Acabou e vamos compartilhar o nosso maior produto. Foram duas semanas muito agitadas, com muitas portas batidas na cara da gente, mas valeu a pena... mentira, só dizemos isso pra mantermos nossa saúde mental.

Como já havíamos previsto depois de diversas tentativas, não fomos recebidos em nenhuma concessionária que tentamos... E tentamos muitas. Por isso a nossa concessionária é fictícia, mas palmem palmem palmem, não priemos cânico... Todos nossos movimentos são friamente calculados, então vasculhamos o grande oráculo do universo (www) e usamos documentos reais nas nossas análises. Em alguns deles deu até pra recuperar parcialmente o contexto, que preenchemos com nossa criatividade pessimista da Priscila. Enfim...

... Nossa concessionária é a FG - AUTO Ltda, é muito conhecida e trabalha com muitas fabricantes e marcas diferentes, Fiat, Honda, Volkswagen etc. Tem por principal atividade a concessão de veículos automotores de via terrestre, mas também aluga, faz testes, manutenção entre várias outras atividades do ramo de carros. E a documentação que vamos apresentar dela.

São aqueles documentos mesmos que já havíamos dito, mas agora vocês os conhecerão com mais, mais, MAIS detalhes.

Então primeiro - Análises Diplomáticas

Análise diplomática

Solicitação de Compra Especial


Denominação: Solicitação de compra especial para taxista
Definição: É um formulário preenchido por taxistas para solicitar a compra de veículos à concessionária. É especial porque os taxistas são isentos de pagar IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), então o preço é diferenciado.
Código de classificação: 1.A.01.101
Gênero: textual
Suporte: papel
Formato: folha avulsa
Forma: original
Autor: Taxista
Titular: FG – Auto LTDA.
Legislação: LEI N° 10.754, de 31 de outubro de 2003.
Função Administrativa: Controle de vendas de automóveis para taxistas
Função Arquivística: Registrar a ocorrência de vendas de automóveis para taxistas para permitir estudos estatísticos e comparativos.
Trâmite: O taxista preenche o formulário, anexa a documentação requisitada e encaminha à concessionária que tomará as providências para formalizar a compra do veículo. Depois de finalizado o processo de compra, segue o arquivamento.
Ordenação da série: Ordem alfabética - pelos nomes dos taxistas
Vigência administrativa: 5 anos
Destinação Final: Eliminação
Acesso: Restrito
(Deixamos a marca visível de que era de uma concessionária real pra mostrar que o documento existe formalmente, as informações contidas nele são fictícias)

Catálogo de Acessórios e Peças clique no link para ver o documento completo
(o nosso é o mesmo que a Bali usa, não estranhem)


Denominação: Catálogo de acessórios e peças
Definição: É um documento de apoio à atividade de venda de veículos da concessionária. É utilizado para que o cliente conheça e escolha os acessórios que serão instalados em seu veículo.
Código de classificação: 0.C.01.201
Gênero: textual e iconográfico
Suporte: digital
Formato: documento eletrônico
Forma: original
Autor: FG – Auto LTDA.
Titular: FG – Auto LTDA.
Legislação: DECRETO-LEI N° 330, de 23 de outubro de 1990.
Função Administrativa: Produto Publicitário em apoio à atividade de vendas.
Função Arquivística: Registrar quais acessórios já foram oferecidos para venda para subsidiar a manutenção dos veículos que os têm. Registrar estratégias publicitárias de autopeças.
Trâmite: Elabora-se lista de acessórios por modelo e marca; anexa-se tabela de preços de cada item e elabora-se esse catálogo para publicação publicitária que é repassado aos vendedores que o apresentam aos clientes no momento da venda. Também é disponibilizado na web.
Ordenação da série: Cronológica
Vigência administrativa: 10 anos
Destinação Final: Eliminação
Acesso: Ostensivo

Ata de Registro de Preço clique no link para ver o documento completo


Denominação: Ata de Registro de Preços de Peças e Acessórios
Definição: Documento produzido por órgão público com fim de licitação para aquisição de peças, componentes e acessórios genuínos para manutenção dos veículos de sua frota. Apesar de este documento ser produzido pelo TRE, a série poderá ter estes tipos de documentos produzidos por esta atividade e originados de outros órgãos públicos.
Código de classificação: 1.A.02.102
Gênero: textual
Suporte: digital
Formato: documento eletrônico
Forma: original
Autor: Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal
Titular: FG – Auto LTDA.
Legislação: LEI N° 8.666, de 21 de junho de 1993.
Função Administrativa: Licitar com órgão público.
Função Arquivística: Servir de fonte para estratégias em futuras licitações; comparar o índice de venda da concessionária com suas concorrentes; registrar licitações em que participou para fins de prestação de contas.
Trâmite: É divulgado pelo órgão a proposta, os interessados fazem o "cadastro" se atenderem todas as exigências, dá-se o resultado daquele que ofereceu o melhor preço naquilo que foi exigido, então sai a homologação; a concessionária pega uma cópia da divulgação do resultado no DOU/DF/ESTADOS.
Ordenação da série: Cronológica e dentro da cronológica alfabética pelo nome do órgão de origem.
Vigência administrativa: 10 anos
Destinação Final: Eliminação
Acesso: Restrito

Recurso Especial Atestando Vulnerabilidades da Relação Concessionária-Fabricante link 4Share
clique no link para ver o documento completo


Denominação: Recurso Especial Atestando Vulnerabilidades da Relação Concessionária-Fabricante
Definição: Documento produzido por órgão do poder judiciário brasileiro a fim de julgar divergências entre partes litigantes. Refere-se a problemas com contrato em que concessionária não corresponde à exigência do contratante devido à culpa previsível da Fabricante, concessionária tenta reaver situação e justificar desvio de responsabilidade.
Código de classificação: 0.B.01.101
Gênero: textual
Suporte: digital
Formato: documento eletrônico
Forma: original
Autor: Particular que ingressou com a ação
Titular: FG – Auto LTDA.
Legislação: LEI N° 6.729, de 28 de novembro de 1979.
Função Administrativa: Responder judicialmente contra acusação de ilegalidade em contrato de compra e venda na forma de Recurso.
Função Arquivística: Registrar conflitos judiciais em contrato de Compra e Venda para elaborar estratégias para evitá-los; embasar perfil da relação concessionária-fabricante; detectar recorrentes falhas em cláusulas contratuais.
Trâmite: Particular (contratante) ingressa com ação judicial em órgão do Judiciário, Concessionária (contratada) corresponde à ação e ingressa com Recurso Especial. Dá-se o julgamento pelos votos dos Ministros; concessionária guarda cópia do processo.
Ordenação da série: Cronológica
Vigência administrativa: 5 anos
Destinação Final: guarda permanente
Acesso: restrito

Plano de Classificação

Para melhor visualização, fizemos em forma de tabela. Também estão sendo mostradas outras séries que existem nesses grupos de classificação para facilitar a contextualização.




Fundo: FG – Auto LTDA.

0. Área-Meio - Admnistração Geral e apoio à atividade de concessão de veículos

0.B – Jurídico

0.B.01 – Ação Judicial de Defesa
0.B.01.101 – Recurso Especial Atestando Vulnerabilidades da Relação Concessionária-Fabricante
0.B.01.102 - Recurso Especial Atestando Falhas em Disposições Contratuais

0.B.02 – Ação Judicial de Acusação
0.B.02.101 – Denúncia de Descumprimento de Cláusula Contratual.
0.B.02.102 - Denúncia de Inadimplência

0.C – Publicidade

0.C.01 – Registro Publicitário de Produtos
0.C.01.101 – Prospecto de Anúncio de Automóveis
0.C.01.102 – Prospecto de Anúncio de Acessórios e Peças
0.C.01.201 – Catálogo de Automóveis
0.C.01.202 – Catálogo de Acessórios e Peças

0.C.02 - Registro Publicitário da Imagem Institucional
0.C.02.101 – Prospecto de Marketing de Causa
0.C.02.102 – Prospecto de Promoções Sociais

1. Área-Fim - Concessão Comercial e distribuição de veículos automotores de via terrestre

1.A – Venda

1.A.01 – Controle de Vendas
1.A.01.101 – Solicitação de Compra Especial para Taxista
1.A.01.102 - Solicitação de Compra Especial para Diplomata
1.A.01.201 – Solicitação de Compra para Pessoa Física
1.A.01.202 - Solicitação de Compra para Pessoa Jurídica

1.A.02 – Licitação com Órgão Público
1.A.02.101 – Ata de Registro de Preços de Automóveis
1.A.02.102 – Ata de Registro de Preços de Peças e Acessórios
1.A.02.201 – Carta Convite para Venda de Automóveis
1.A.02.202- Carta Convite para Venda de Peças e Acessórios


Bom... essa foi a nosssa proposta de trabalho, estamos anciosos pra ver as que vêm por aí, por favor, não deixem de comentar, tem bastante coisa aqui que dá pra criar debates interessantes, se vocês se identificarem com algum ponto, conflitante ou acordante (?), fique à vontade pra falar. Nós falaremos das principais dificuldades que encontramos depois nos comentários.

Obrigado e até de noite!

Carro movido a cocô

Posted: terça-feira, 10 de agosto de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores: ,
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É isso mesmo. Você leu direito. Não é coco fruto do coqueiro, é cocô fruto do black hole humano.

A empresa Britânica GENeco desenvolveu esse New Beetle conversível movido a gás metano proveniente dos resíduos despejados nos vasos sanitários.
Segundo a empresa, 70 casas são suficientes para produzir combustível para que o veículo circule 16.000 km e chegue a uma velocidade máxima de 183 km/h. E os resíduos que sobram da extração do gás metano ainda são utilizados como fertilizantes nas plantações. Urgh!
Mas a iniciativa é boa. E que fonte de energia, não! Pelo menos é inesgotável.

Fonte: G1

Trabalho Final

Posted: sexta-feira, 6 de agosto de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Estamos começando a terminar (oO) de reunir matéria prima pro nosso trabalho final e já sabemos o que nós proporcionaremos com ele.
Entre algumas coisas que faremos:

  • Vamos demonstrar, pra fins de contextualização o que minimamente faz uma concessionária de veículos;
  • Apresentar um pedacinho da documentação produzida por algumas dessas atividades;
  • Analisar diplomática e tipologicamente essa documentação;
  • Produzir um esboço de um plano de classificação funcional referente a essa documentação;
  • Problematizar situações administrativas advindas dessas atividades e
  • Problematizar situações arquivísticas advindas dos documentos e das atividades com base em polêmicas eternizadas da nossa área.

Vocês perceberão que os documentos são de diversas concessionárias, todos os documentos que conseguimos são os que são disponíveis por internet. Exceto 1 em .pdf que o arquivo está no nosso PC e ainda não descobrimos como pôr aqui sem ser por imagem, se alguém puder por favor nos mandar um e-mail explicando como faz ficaremos gratos. ^^

Não fomos recebidos em nenhuma concessionária que tentamos, aí o namorado da Priscila tentou com uns contatos dele, daí deram um formulário de financiamento pra ele. O problema é que este documento (que enquanto está em branco é inorgânico) não é acumulado pela concessionária, mas pelo banco e pelo comprador ¬¬, então foi o mesmo que nada porque a gente quer ver os docs na perspectiva da concessionária.

Ah.... o nosso plano de conhecer documentos da relação entre fabricante e concessionária foi por água abaixo. Algumas empresas ultrapassadas pensam que qualquer tipo de acesso a documentos significa vazamento de informação e que eles vão falir... Mas esse pensamento deles justificam porque eles são tão inseguros né? Caretisse admnistrativa, têm que ter medo de falir mesmo!!! Pelo menos descobrimos que algumas concessionárias têm planos de classificação de sigilo, o único problema é que este se aplica a tudo sem existir a classificação ostensiva... Mais uma coisa: Será que estas empresas conhecem seus documentos a ponto de saber o que pode ou não ser acessado?! Nós tivemos nossa resposta com uma primeira impressão. (Nosso Protesto).

Enfim, ainda não desistimos, até segunda-feira tentaremos mais contatos. Se não der certo, faremos com os documentos que já encontramos on-line.

São 4, e estes já prometem muita discussão, vamos apresentar eles no contexto em que encontramos para criar o plano de classificação funcional. Aí vai uma palhinha das espécies pra permitir criar-se uma pequena expectativa:

Processo Judicial;
Catálogo de Acessórios;
Solicitação de Compra Especial;
Ata de Registro de Preço.

Será que esses documentos, a princípio tão simples, podem gerar alguma discussão?

Aguardem.

OBS: Se alguém que tenha influência pra conseguir um mínimo e inocente acesso em alguma concessionária de Brasília que não esteja na pré-história ficar tocado e emocionado com nosso relato, por favor entre em contato.

Negócio da China

Posted: quarta-feira, 28 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores: ,
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Ontem, em Porto Alegre-RS, um homem de 32 anos vendeu o carro da mãe dele por R$ 50,00 pra comprar crack. A história é boa...

De acordo com a Polícia Civil, o sujeito saiu com o carro da mãe na segunda e voltou terça (ontem) dizendo que havia sido roubado. Daí a mamãe iludida foi registrar ocorrência. A polícia foi à procura do carro e o encontrou parado numa via pública, não houve perseguição nem nada porque o filho da mãe vendeu o carro quase sem gasolina, que veio a se cabar logo depois, daí os traficantes foram buscar gasolina, quando chegaram se deram com a amistosa presença da polícia que tem aquele tratamento VIP que todo mundo conhece né?

Só no depoimento os traficantes revelaram que o carro foi vendido por 50 reais (associação para o tráfico) para comprar o crack que eles mesmos vendiam (tráfico de drogas). Isso até parece aquelas licitações do Roriz né? Que, milagrosamente e sem nenhuma premeditação, as fazendas dele, supostamente*, ganhava as licitações pra vender o pão e o leite que ele mesmo inventou de dar pro povo.

Bom... depois que tudo se esclareceu, a mãe e a irmã do vendedor/comprador relataram e afirmaram que ele também já havia vendido o cachorro pra comprar drogas.

*Se diz supostamente porque nada foi julgado sobre essas acusações. cof cof cof..
*2 Essa velha cachimbeira não tá fumando crack.
* 3 Baseado em notícia do G1.com

Diplomática e Classificação

Posted: sexta-feira, 23 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Mas uma vez nos apresentamos para tentar desvendar os mistérios da arquivística que o André nos instiga a trabalhar.

Então, vamos falar sobre os exemplos de classificação que o professor porpos para os documentos do Kit MCE-byte.
O 1° exemplo traz um plano de classificação baseado na função arquivística dos documentos, ou seja, o motivo pelo qual eles serão guardados. Nesse exemplo as divisões das séries podem ser confundidas e/ou até pode haver uma mistura das espécies documentais devido à falta de atenção.
O 2° exemplo nos traz uma demonstração de um plano de classificação estrutural. Este tipo de plano reflete o organograma da instituição e costuma ser mais utilizado que os outros. Porém, podem surgir problemas caso haja mudanças nos departamentos da instituição ou caso não haja organograma, por exemplo, em uma instuição que não seja tão formalizada assim. Também não existe possibilidade de se usar esse tipo de plano em fundos pessoais.
O 3° exemplo é o tão sonhado plano de classificação funcional. Ele se baseia na organização dos documentos de acordo com a função que desempenha na instituição. Este seria o plano fruto das discuções sobre tipologia e que melhor manteria a organicidade dos documentos sem os poréns do plano estrutural.

Mas ainda há muita coisa a se discutir e no nosso caso a aprender visto a complexidade que essa questão nos traz. Será que eu falei alguma besteira? Sim? Não? O que vocês acham?

Serviço de Informação Automotivo

Posted: quarta-feira, 21 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Você conhece o passado do seu carro?

Encontramos na web um site muito interessante que basicamente cruza informações de bancos de dados públicos e privados que tratem de carros.

Parece-nos um serviço de informação bem interessante - apesar de ainda não termos testado pra ver se funciona porque não tenho nenhum número de chassi em mãos pra testar agora.

Enfim... o site promete passar o histórico de qualquer veículo em território nacional (proprietários anteriores, acidentes, vendas, trocas etc). Não percam, então, a chance de matar a sua curiosidade de saber o passado negro que seu carro - comprado usado - pode esconder. E se tiver sido usado em sequestros, assassinatos, rachas, perseguições policiais, ocultação de cadáver etc. etc. etc....? Não deixe de partilhar conosco aquilo que você não sabia do seu carro. =D

Basta ter o n°. do chassi em mãos.

Análise das análises anteriores - Kit MCEbyte

Posted: sexta-feira, 16 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Analisamos as respostas dos blogs do semestre anterior sobre o Kit MCEbyte, que deveriam propor um plano de classificação e fazer a análise diplomática e tipológica dos documentos.

Em primeiro lugar, fussando os blogs, descobrimos que o nome do Kit refere-se mesmo a esse maluco aí, um tal de Maurits Cornelis Escher, holandês, segundo o Felipe, que criava essas figuras doidas e impossíveis - Esse cara devia ser chegado numas doses generosas de café. Holanda?! Nunca se sabe né?... Oo.

Mas então... A resposta que mais nos chamou a atenção foi a do blog Arquivo à Flor da Pele. Foram os únicos que especificaram a atividade e a função no plano de classificação, os outros blogs só desenharam um organograma que não explica muita coisa.

E em relação à análise diplomática... 3 grupos nos pareceram melhores, apesar de praticamente todos se basearem no manual de Madrid (o que não é um erro, mas deixou todas as análises parecidas). Procuramos então outros fatores que nos levaram a eleger as melhores respostas ao nosso ver.

1 - Diplomática e o Cotidiano - que foi mais abrangente e buscou respostas e o contexto em outras fontes;

2 - Ovnis, Arquivos e Diplomática - que ganharam ponto, pra gente, pela estrutura da resposta, ficou bem organizada a análise deles;

3 - Perseguição Arquivística - Expôs a problematização em fazer o exercício devido ao desconhecimento de fatores importantes como trâmite, prazos etc.

É isso, esse carro na parede não quer dizer nada! =D

Chegou a nossa vez - Blog da Vez

Posted: terça-feira, 13 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores: ,
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E aí galera! Finalmente chegou a nossa vez!

Então... Vocês já estão cansados de saber como funciona né?! Mas vamos lembrar os quesitos a serem avaliados:

Qualidade do conteúdo;
Clareza dos assuntos tratados pela equipe;
Quantidade de postagens;
Atratividade em relação ao tema escolhido; e
Interface do blog.

Podem xingar a gente a vontade. Rsrsrs.

Do além para a Garagem

Posted: by Priscila Taíssa in Marcadores: ,
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Indagados por nossos queridos amigos do Diploarte sobre uma possível Diplomática do Além, vamos analisar as cartas psicografadas por Chico Xavier(ops... foto errada!) que foram usadas em um processo criminal para inocentar o réu do assassinato de Henrique Gregoris.

Achamos que essa é mais uma questão de fé do que de diplomática. Mesmo que as informações presentes nas cartas sejam compatíveis com a realidade, inclusive a caligrafia e assinatura do espírito, ainda não existem meios , graças a Deus, de se investigar sua autenticidade. Por isso, acreditamos que essas cartas possuem predominantemente função sentimental e não legal. Não é qualquer juiz que as aceita como prova. E nem é uma coisa corriqueira que acontece nos tribunais. Sua autenticidade e veracidade, mesmo com a confirmação dos parentes, é questionável. Como vimos no filme, Chico não ficava com as cartas, mas as entregava aos parentes dos espíritos presentes nas seções. Então o acumulador são os parentes e as cartas têm função afetiva. Já no caso do processo judicial, ela compõe parte desse processo, então o acumulador será o tribunal e sua função estará ligada ao processo. Apesar da credibilidade de Xavier, se está "inovação" for aceita para resolução de crimes, pode ser que apareçam milhares de médiuns com cartas que inocentem o Arruda, o Paulo Octávio, a Eurides Brito, o Leonardo Prudente, o Júnior Brunelli, o goleiro Bruno...

PROVA!!!!!!!!!

Posted: sexta-feira, 9 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Estamos há alguns instantes para o momento crucial, então antes de saírem de casa façam tudo que tiverem que fazer... TUDO MESMO!!! Basta o suor frio que a prova já proporciona. =D

Enfim, desejamos a todos os colegas muito sucesso na prova e vale sempre lembrar que não devem portar objetos de metal, equipamentos eletrônicos, e que só podem marcar uma resposta na folha definitiva... Qualquer descumprimento estarão automaticamente eliminados do certame! Não é bem esse o discurso de hoje, mas de qualquer forma, feliz prova a todos!

E não esqueçam dos principais conceitos, qualquer coisa dêem um último click na colinha que o Hora de Comunicar fez!



Ready? FIGHT!

E o ganhador é...

Posted: terça-feira, 6 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Bem pessoal, depois do Brasil ter saído da Copa e a Argentina também (hehehe), não temos mais nossas queridas folgas no meio da semana. Então, voltando ao trabalho, analisamos as respostas que os blogs postaram sobre nosso desafio. Nossa avaliação e a média das notas estão nessas imagens abaixo.

Por isso é com grande orgulho que dizemos que o blog ganhador é o... Arquivistas Peregrinos. Parabéns ao grupo! O que nos levou a esse resultado foi principalmente a abrangência da reposta e o seu grau de detalhamento.

Se alguém discorda que o Arquivistas Peregrinos tenha a melhor resposta, por favor, até quinta feira argumentem tentando provar, mas sejam justos. O prêmio será entregue na sexta feira que vem, sem ser nessa que tem prova!

Tomara que até lá o blogger funcione, pois quem ainda não sabe, já fazem 12 horas que os comentários estão tendo atraso ou simplesmente não saem!!!!!!!!!! Essas coisas grátis sempre são assim... ¬¬

Mais uma coisa - resolvemos deixar os Arquivistas Peregrinos escolherem o prêmio entre 3 opções:

1. A apostila de cerca de 2000 questões de provas de concurso pra Arquivista.

2. Uma cópia do grosso livro Fundamentos da Disciplina Arquivística Couture/Rosseau em português de Portugal com sublinhados do Pedro xD.

3. Um carrinho Hot Wheels pra cada membro do grupo.


OBS: recebemos nos nossos e-mails tudo que é escrito no blog, mesmo que não apareça, então podem adiantar seus posts porque saberemos do que se tratam.

Os Irresistíveis falsários

Posted: quinta-feira, 1 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Depois de termos assistido a essa comédia na aula de Diplomática, nossa tarefa consiste em analisar a autenticidade histórica, diplomática e legal de alguns documentos que aparecem no filme, além de analisar também sua veracidade. Lá vai:

O quadro de Eva Braun:

Um perito em arte alega que tal quadro foi mesmo pintado por Hitler e que ele próprio – o perito – estava presente no momento em que o quadro foi pintado. Para o comprador a palavra deste perito e suposto amigo de Hitler garante sua autenticidade e veracidade. Contudo, o quadro não é diplomaticamente autêntico. Sua produção não foi feita e ele não foi assinado pelo verdadeiro produtor. Se analisarmos mais profundamente, é provável que, a tela, o tipo da tinta e dos pincéis utilizados não são iguais aos que Hitler utilizava. Agora, historicamente falando, se a história que o perito contou for verdadeira, o quadro pode ser considerado historicamente autêntico, por retratar um fato realmente ocorrido. Se esta suposição estiver correta também poderá ser considerado verídico, porque a informação gravada nele é verdadeira. Contudo, mesmo que a informação a respeito da viagem seja verdadeira, não podemos falar com cem por cento de certeza que ele é verídico e historicamente autêntico porque o corpo da mulher pintado não é o da esposa de Hitler e sim o de uma outra mulher esolhida pelo falsário. Vai que a mulher de Hitler não tinha tantos pelos em baixo do braço, então a informação não seria verídica. Porém, visto tudo isso, se o perito tiver autoridade para atestar que o quadro é genuíno, ou seja, que ele é verídico e autêntico, ele também poderá ser considerado legalmente autêntico.

Os diários de Hitler:

Vários peritos atestaram a autenticidade desses diários, mas num certo momento utilizaram a carta também produzida falsamente para atestar com mais precisão sua autenticidade e veracidade. Devido a isso eles poderiam ser considerados legalmente autênticos, mas não o foram, logo que, após a publicação da revista, a farsa foi desmascarada. Eles não são verídicos nem historicamente autênticos porque as histórias contadas não foram vividas por Hitler e sim pelo falsário. Também não são diplomaticamente autênticos. Como vimos no filme, o F colocado no lugar do A, de Adolf, gerou algumas discussões a respeito da autenticidade dos diários. Também após a publicação da revista atestaram que a idade do papel utilizado não poderia ser compatível com a época em que Hitler supostamente os escrevera. Portanto não são nem legalmente, nem historicamente, nem diplomaticamente autênticos muito menos verídicos.

A carta de Hitler que atesta a autenticidade dos diários, pedida ao Prof. Knobel, quando ele estava com um surto de febre.

Como foi dito anteriormente essa carta foi utilizada para atestar a autenticidade dos diários. Mas somente um elemento foi questionado, a grafia. Diplomaticamente falando, todos os elementos desses documentos deveriam ser estudados para que sua autenticidade fosse comprovada. E legalmente falando, esses documentos deveriam ser diplomaticamente autênticos e verídicos para que possuíssem fé pública. A autenticidade histórica está ligada somente ao conteúdo dos documentos, por isso, se são historicamente autênticos também são verídicos. De certa forma as informações desses documentos são verídicas quando ligadas ao falsário, mas já que todos se referem a Hitler não podem ser considerados verdadeiros. Essa carta durante certo momento foi considerada autêntica, mas creimos que uma futura análise do papel e dos elementos internos e externos do documento tenha excluído essa possibilidade. Do nosso ponto de vista ela é legalmente, diplomaticamente e historicamente inautêntica e não é verídica, pois, não foi Hitler que vivenciou tais informações contidas nela, nem a assinatura pertence a ele, nem a grafia. Para o falsário ela é verídica porque ele as vivenciou, para a história não.

Para concluir:
Achamos que os documentos até podem ser considerados, por um certo momento, diplomática e legalmente autênticos mas só até o momento em que são descobertos que são falsos. Mas não são verídicos e nem historicamente autênticos, exceto o quadro que tem uma questão peculiar. E se esse quadro pintado por Hitler realmente existe? Então o quadro falso poderá ser uma réplica e por isso verídico e historicamente autêntico? Será?

Desafio - Vale Prêmio

Posted: sexta-feira, 25 de junho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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No Brasil, todos os anos 370 mil carros são roubados. Estima-se que, dentre eles, 37 mil sejam clonados. Os veículos clonados usam placa, chassi e documentos copiados de outro carro. Assim, pode circular sem chamar a atenção da polícia e até ser negociado.

Fonte: G1, com informações do Fantástico

Desafio!

Como vimos na reportagem, muitos carros são roubados e clonados no Brasil. Um carro clonado normalmente tem as mesmas características do carro original, como podemos ver na imagem acima, só que sua documentação e os números de registro são falsificados, copiados do carro original.

Vamos supor que uma pessoa tenha finalizado o melhor negócio que já havia feito. Comprou um carro por um preço baixíssimo. Porém, agora está sendo investigada como suspeita de comercializar carros clonados. Aparentemente, a transação foi feita de forma legal, mas um proprietário de um carro semelhante ao dessa pessoa recebeu uma multa por excesso de velocidade de um lugar que nunca esteve e denunciou a possível clonagem para a polícia.

Como verificar, através da documentação, se o carro dessa pessoa (o comprador)é clonado ou não?


Vamos brincar de detetives?


Documentos:

Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV)

Quais elementos comprovam a autenticidade desse documento? De que devemos duvidar? O documento clonado é autêntico e/ou verídico?

A placa do carro

Que elementos garantem sua autenticidade?

O próprio carro

Há algum elemento no carro que o identifique? Qual(is)?Como verificar a adulteração?

Se for comprovada a clonagem, que funções diferentes terá o CRLV e a notificação da autuação por excesso de velocidade:

Para o órgão que está fazendo a investigação;


Para o proprietário denunciante.


A melhor reposta ganhará uma lista com aproximadamente 2000 questões de provas de concurso para arquivista com gabarito. O prazo para enviar as respostas é até o dia 05/07.

Boa sorte!

Ressalvas importantes:

O vencedor será premiado com apenas 1 exemplar; ficando, no caso de respostas em grupo, a cargo deste o destinatário final do prêmio.

A lista de questões não são somente de arquivologia. São provas de concurso pra arquivista com questões de português, raciocínio lógico, informática, Direitos Adm, Const..., redação e todas aquelas maravilhas de concurso público, mas principalmente arquivologia!

O resultado provavelmente sairá até a noite do dia 06/07 aqui no blog com feedback de todas as respostas.

O prêmio será entregue no intervalo da aula de diplomática seguinte.

Placa de Carro: Um inferno diplomático!

Posted: quinta-feira, 24 de junho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Inspirado pela aula da última sexta-feira, resolvi procurar oficialmente o que deve haver numa placa de carro, seus sinais de autenticidade, as exigências pra validação, etc.

NADA numa placa de carro é por acaso, é o documento mais complexo que já vi. São dezenas de diferenciais e requisitos que elas necessitam pra serem autênticas.

Segue a resolução nº 241/2007 do CONTRAN que estabelece os critérios para criação da placa.

Preparem-se para entrar nas profundezas infernais que a diplomática pode chegar em detalhes!!!

HELLsolução CONTRAN nº 241/2007

Nunca mais verei os fraudulentos especialistas em placa de carro com os mesmo olhos.

Explorando a Diplomática

Posted: sexta-feira, 18 de junho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Tentando formalizar alguns conceitos estudados ao longo do curso vamos discorrer sobre os textos do José Augusto Guimarães e o capítulo 1 da Duranti, que estão na nossa página de textos.
Diplomática “é a disciplina que estuda a gênese, as formas e o trâmite de documentos arquivísticos e sua relação com os fatos representados neles e com seu criador, com o fim de identificar, avaliar e comunicar sua verdadeira natureza.” (DURANTI)
Apesar de a princípio ser utilizada somente para se avaliar a autenticidade de documentos do período medieval, seus métodos podem muito bem ser utilizados nos documentos modernos e isso foi percebido por Duranti. Nada impende que essa prática também seja utilizada em documentos pessoais, mas com fins arquivísticos seu objeto será somente o documento de arquivo, “um documento criado ou recebido por uma pessoa jurídica no curso de uma atividade prática.” (DURANTI)
Mas a Diplomática não analisa somente o suporte, a forma e o conteúdo do documento, “quando examina criticamente um documento, a Diplomática estuda: o fato e a vontade que o originou, em quanto se relaciona ao propósito e à consequência... O estudo do conteúdo do documento é estranho à Diplomática, porque é a autenticidade, a validade, a autoridade e plena compreensão do conteúdo o que a Diplomática se esforça em averiguar, quando observa os diferentes elementos do documento.” (DURANTI)
Por essa questão a disciplina é tão importante para a arquivística. A análise Diplomática e Tipológica vai nos dar a base para se iniciar os trabalhos arquivísticos, principalmente no que se refere à classificação e para compreender o inter-relacionamento e a organicidade dos documentos. Como podemos ver a Diplomática é sim uma ciência e o que a caracteriza como tal, segundo Duranti, é que ela possui um objeto de estudo – o documento – uma teoria sobre ele e uma metodologia, que permite analisá-lo. A Diplomática já foi uma ciência auxiliar da história assim como a paleografia, mas, hoje em dia, o conceito de documento diplomático foi redefinido, criando assim uma Diplomática contemporânea, que passa a influenciar diretamente as práticas arquivísticas caracterizando-a como ciência autônoma.

Esse post foi feito em resposta à tarefa realizada no dia 10 de junho no Blog-Mãe. Respondemos às perguntas do Blog Hora de Comunicar. Clique aqui

Deveria ser o que parece?

Posted: quarta-feira, 16 de junho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Quem nunca precisou autenticar documento em um cartório e achou o procedimento para tal atividade informal até demais?


Esse problema foi driblado pela lei em uma situação bem afim ao nosso tema.

De acordo com a Resolução nº 13/98 do CONTRAN era permitido circular por aí com o carro portando uma cópia autenticada do CRLV (vulgo documento do carro). Por um princípio do direito penal, o agente administrativo que precisasse exigir a apresentação do CRLV partiria de uma presunção de veracidade (termo jurídico, mas com o mesmo sentido do arquivístico nesse caso). Com isso, não se questionaria o fato de ser cópia autenticada porque afinal, os cartórios dão fé-pública de que documento X se apresenta fielmente como o original. Que inocência não?

Como muita gente já percebeu, cartório não é a coisa mais confiável do Brasil. Se formos considerar as verdades que os cartórios trazem por aí, o Lula é casado com a Dilma há 16 anos. Enfim, nesse nosso caso, o que acontecia era que este procedimento permitia que - assim, sem querer - certificados adulterados fossem autenticados dando aos fraudulentos diversas vantagens como: mudança do ano de exercício de licenciamento, modelo, chassi, entre outros. A melhor parte era que a lei cobria toda a situação pois afirma: CPP - Art. 232 (...) Parágrafo único. À fotocópia de documento, devidamente autenticada, se dará o mesmo valor do original.

Depois de muita dor de cabeça nos tribunais, o CONTRAN emitiu sua Resolução nº 205/06 que, a partir de então, exigia a apresentação do CRLV original quando se fizesse necessário. Contudo, o poder de apresentar cópia autenticada era muito bom em vários aspectos, como em casos de acidente de veículo afinal o CRLV não teria explodido junto do carro, ou não haveira urgência de retirá-lo entre ferragens ou restos mortais... Também era útil para a preservação de um documento bastante requisitado que costuma sumir de vista no vai-e-vem da vida. Isso sem considerar que muita gente passou a deixar permanentemente o CRLV no carro, sem tirar dele por nada, facilitando a vida de eminentes ladrões de carros.

A comunidade jurídica aclamou com bastante alegria a providência do CONTRAN, todavia cabe saber se esta "nova" lei vai mudar a situação da atuação dos cartórios. Será que o mal foi cortado pela raiz? Pode-se sugerir que isso se deu assim por ser mais fácil impor uma nova lei à população que aos cartórios? Será que o fato dos cartórios pertencerem em grande parte as famílias X ou Y do Brasil pode ter influenciado?

Ou é melhor mesmo andar com o original do que com a cópia autenticada? Por que?

Cliquem na imagem!

Fábrica de carros elétricos no Brasil... Será?

Posted: segunda-feira, 14 de junho de 2010 by Junior in Marcadores:
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Eis que o Brasil avalia a possibilidade de inaugurar uma fábrica de carros elétricos, mas que continua só como projeto do governo. Todo mundo sabe que o Brasil é dominado por carros multinacionais, assim o país procura por investimentos na tecnologia dos carros elétricos, área essa que passa por uma revolução tecnológica mundial no mercado automobilístico, ou seja, há várias portas de entrada para um mercado que promete ser promissor no cenário global de carros ecológicos. A idéia de abrir um fábrica dessas surgiu no ano passado como oportunidade de produção local e mais barata, mas o que fazer com a tecnologia brasileira de produção de carros flex?

Arquivadores, Arquivófilos, Arquivolosionistas...

Posted: sexta-feira, 11 de junho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Saiu no portal da UnB ontem uma atualização sobre o nosso I RBEPA que deu no que falar.

Vamos propor uma enquete debate pra responder.... Afinal, o que somos nós? Eu voto em arquivista, mas vamos às opções:

Arquivista
Arquivologista
Arquivólogo
Arquivolo?... q?
Arquivófilo
Arquivante
Arquivador
Arquiveiro
Arquivolosionista
Taxidermista
Homem-Papelada*
Mulher-Prateleira*
Mecânico de Arquivos

Depois dessa viagem astral, acho o questionamento válido, uns dizem que é certo ,também, arquivologistas. Mas afinal, quantas profissões no mundo podem receber mais de uma maneira de tratamento? Talvez somos privilegiados e ficamos reclamando, quem sabe?...

*impressão popular às vezes sugerida: como em publicidades da profissão como tratado pelo grupo Hora de Comunicar e pelo Blog-Mãe.


Quem nunca quis fazer isso?

Posted: quinta-feira, 10 de junho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Nessa segunda, uma mulher que fazia aulas para exame da habilitação de motorista em Piracicaba, perdeu o controle do veículo, atropelou a instrutora da autoescola e caiu no Rio Piracicaba. Ela não ficou ferida e foi retirada por outra mulher que estava no local e também fazia aulas.

A condutora estava na 17ª aula e fazia aula de balizas quando perdeu o controle e acelerou o veículo. A instrutora estava fora do carro avaliando as manobras quando foi atingida.

A instrutora fraturou a bacia e precisou ser internada em um hospital da cidade. Depois de atropelar a instrutora, a aluna caiu no rio que fica às margens da via.

A aluna vai continuar com as aulas práticas na mesma autoescola e fará aulas extras para reconquistar a confiança. O carro foi retirado na tarde de segunda pelo Corpo de Bombeiros.

Fica a pergunta: Quem nunca quis fazer tudo isso?

Fonte: G1 - Adaptado, imagem escolhida para dramatização.
(Post desenvolvido pelo Átila.)

Drogas e Direção não Combinam

Posted: segunda-feira, 7 de junho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Diversos efeitos de diversas drogas.

Copa do Mundo em 4 Rodas

Posted: quarta-feira, 2 de junho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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No Reino Unido haverá uma forma bem diferente das pessoas que estão nas ruas saberem que está havendo jogos da Copa do Mundo.
Durante os jogos, desfilarão pelas ruas, carros vestidos a rigor. Se tem carrinho na rua, corre que tem jogo na TV.
É interessante, mas a atração não passa de marketing do Hyundai I10.

Confiram as imagens.









A pintura é grama sintética.


Imagens: globo.com

Voltando a por o blog em dia

Posted: quinta-feira, 27 de maio de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Exemplo de diplomática cotidiana

Análise tipológica do falso certificado mencionado na reportagem do Correio Braziliense:

Professor de diplomática (tem uma cópia não-original)

Contexto: O documento foi criado a partir de atividade irregular de certas escolas do Distrito Federal.
Série documental: Material didático
Espécie: Certificado
Função: Exemplo para a produção de exercícios para os alunos do curso de diplomática

Secretaria de Educação do GDF ( tem uma cópia original)

Contexto: O documento foi criado a partir de atividade irregular de certas escolas do Distrito Federal.
Série documental: Fiscalização de escolas do DF
Espécie: Certificado
Função: Constituir parte do processo de fiscalização de escolas que funcionam irregularmente no Distrito Federal

Aluno formado (tem o original)

Contexto: O documento foi criado a partir de atividade irregular de certas escolas do Distrito Federal.
Série documental: Certificado de cursos concluídos
Espécie: Certificado
Função: Comprovar a suposta conclusão do curso


Um por todos e todos por um...

Posted: terça-feira, 25 de maio de 2010 by Pedro Davi in
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Bem pessoal, se vocês leram nossas políticas deveria estar claro que não importa quem nomeie o post pois a maioria deles é desenvolvida por e-mail por todo o grupo e postado no nome de uma pessoa, geralmente eu ou a Priscila. Como o professor pediu com o intuito de sabermos quem pode ser reorientado por causa de algum equívoco ou para atribuir os direitos autorais estaremos, a partir de agora, postando de acordo com a pessoa que tomou a iniciativa do post ou que liderou a produção deste.

Contudo, para futuras confusões, o grupo todo pode intervir. Que bonitinho, não?


Autenticidade e Veracidade

Posted: quarta-feira, 19 de maio de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Ainda pondo em dia o blog... Segue resolução do exercício sobre veracidade e autenticidade clique aqui.


Muito objetivo e acolhedor o discurso do reitor divulgado no site da UnB, apesar de inverídico. A existência de um discurso paternalista supostamente confortaria a classe revoltada e má remunerada em questão. A distribuição de recursos sempre foi uma questão polêmica e neste ano eleitoral não está sendo diferente. Estamos cansados de saber e temos diversos exemplos no mundo de que é com a educação de qualidade que se desenvolve uma sociedade. Contudo, para que dar conhecimento a alguém que tem fé, confia e votará em você? A falta de educação é uma punhalada nas costas dos direitos do cidadão brasileiro. O espaço universitário é essencial para o desenvolvimento da sociedade. Mas o conhecimento e o crescimento intelectual não têm importância, certo?! Temos diversas outras prioridades no Brasil que não são a manutenção das universidades. É necessário que se veja a universidade como a base e não como algo opcional. A não ser que se invertam as prioridades no Brasil, o futuro das universidades não será muito diferente do que vivemos hoje. Retornando à nota oficial da reitoria. Apesar de ser autêntica, ou seja, possui todas as formalidades necessárias para reconhecer sua proveniência, nada garante a veracidade da informação. Pelo contrário, o contracheque do docente vai contra as informações da nota. Então surge a dúvida: se a veracidade não depende da autenticidade que meios temos para garantir que as informações de um documento autêntico são verdadeiras?

Desafio: El Secreto de Sus Ojos

Posted: terça-feira, 18 de maio de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Voltando à ativa com o blog, estaremos retomando com a resolução dos desafios que ficaram boiando no marasmo da greve, não greve, greve, q?

Dependendo da situação (?) é provável que retornemos com as traduções, se não, somente será traduzido aquilo que serve para identificar os objetivos do nosso blog e o que fazemos..

O Desafio do filme: O segredo dos Seus Olhos clique aqui (Alíás, um filme muuuuito bom.)

Desafio 1: No que se trata de autenticidade nas duas fases - corrente e intermediário - o documento é autêntico, visto que cumpre com as formalidades legais para que se constitua um processo quanto aos aspectos característicos dessa espécie de documento.

O mesmo não se pode afirmar da veracidade, visto que os objetivos que levaram à produção do processo não foram cumpridos por alienações parciais, descaracterizando a fidelidade do conteúdo por um aspecto subjetivo: negligência do juiz.

Desafio 2: Agora o processo perde a autenticidade, pois houve a alteração de algumas características que o legitimava, como: datas, assinaturas e decisões.

Por outro lado essas alterações levaram a uma maior aproximação da veracidade. Foi apagado do processo aquilo que permitia julgar a negligência do juiz, como a decisão em julgado de um crime não resolvido. Apesar de se aproximar da verdade, houve uma tendência parcial do conteúdo do processo devido às alterações de algumas características da autenticidade, permitindo que mais informações fossem acrescentadas e a investigação fosse retomada.

Desafio 3: Antes de 1975 às fotos eram vistas e descritas de acordo com o acontecimento registrado: formatura, escola, lazer - contexto antes do crime. Depois de 1975 às fotos permitiram levantar o principal suspeito pela análise do conteúdo dessas, independente do fato que elas registravam, o que havia de relevante agora eram as pessoas que apareciam nas fotos e a presença característica do principal supeito - contexto pós crime.


Análise do pré e do pós 1975:

Pré 1975
Tipo: Registro Fotográfico de Eventos
Formato: Ampliação Fotográfica
Acumuladora: Liliana Colloto
Atividade que gerou: eventos: formatura, reunião de amigos...
Destinatário: Própria acumuladora
Conteúdo: Noite de formatura e de reunião de amigos.


Pós 1975
Tipo: Registro Fotográfico de Suspeito de Crime
Formato: Ampliação Fotográfica
Acumulador: Investigador Benjamin
Atividade: Investigação criminal
Destinatário: Órgão Oficial de Justiça
Conteúdo: Imagem do provável suspeito de assassinar Liliana e registro do seu comportamento habitual visto na foto.

Desafio 4: A análise tipologica auxiliaria justamente na identificação do contexto que levou Gómez a se corresponder com a senhora. Sabendo o contexto poderia-se presumir diversas informações que complementariam a investigação. Já a análise diplomática permitiria pressupor a localização de Gómez relacionando e analisando as datas e locais de produção das cartas.

Barraco Oo

Posted: quarta-feira, 5 de maio de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Flagrante de briga no trânsito em Curitiba..



Ligou pra polícia acusando o que? "Ele tem uma caneta!"

Deu Treta.... FAIL

Posted: quinta-feira, 29 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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DEBATE

A primeira notícia na primeira página desta noite de quinta-feira no site da UNB (www.unb.br) trás uma avaliação bastante perturbadora do curso de Arquivologia. Confira Aqui.

Estamos sujeitando aqui tanto mais fomentação pra quem concorda quanto direito de resposta a quem considerar rígida demais a avaliação.

Entre os principais pontos estão (resumido):

  1. "Pelo menos quatro atividades exigidas na prática da profissão não são exploradas em nenhuma das disciplinas oferecidas pelo curso."
  2. "O currículo adotado pela UnB para formação de arquivitsas está defasado em 26 anos (currículo de 1974)."
  3. "Falta de laboratórios."
  4. "Algumas disciplinas são tratadas superficialmente."
  5. "Muitos estudantes são relapsos e estão no curso somente pela boa absorção em concursos públicos sem ligar sequer pra produção científica."
  6. "Empregadores não estão satisfeitos com os arquivistas que tem sido empregados. (Ex: TSE e TJDFT insatisfeitos com seus arquivistas)."
  7. "Os arquivistas não sabem elaborar planos de classificação, tabelas de temporalidade e são incapazes de elaborar projetos arquivísticos."
  8. "Mais uma vez se diz que deverá haver um novo currículo." (e o Brasil é o país do futuro...)
  9. "UnB não reconhece integralmente seu papel."
  10. "Alto nível de abanadono do curso."
Pois é galera, isso me deu uma visão de longe de uma corda no pescoço da arquivologia e sua promissoriedade. Propomos a discussão do problema e uma chance de réplica pra quem se considera cabeça fora da carapuça.

Documentos de formatura

Posted: quarta-feira, 28 de abril de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Quem se lembra daquele exercício de diplomática no qual iriamos analisar os documentos da comissão de formatura???


Pois é... estamos postando agora. Aí vai a análise. Divirtam-se!



Documento 1 – Juramento Arquivologia

Não há data, saudação, direção, símbolos e nem assinatura. O gênero é textual, língua portuguesa e o suporte está em meio digital. Há somente o título a que se refere o documento em letras destacadas, diferente do restante do texto. Em seguida, o juramento em si.

Analisando tipologicamente nos três diferentes contextos sugeridos pelo professor, arquivo do CAARQ, arquivo do professor André e no arquivo de um formando, vemos que esse documento pode ter valores diferentes de acordo com seu acumulador. Por exemplo, no arquivo do CAARQ pode ser um documento com valor informativo e até histórico que registra o compromisso profissional do arquivista além das possíveis modificações ocorridas neste juramento. No arquivo do professor André, pode ter o mesmo valor do arquivo do CAARQ além de potencialmente servir como material didático em uma de suas disciplinas ministradas. Já no arquivo de um formando, esse documento pode ter extrema importância e representa o compromisso que ele faz que vai direcionar sua carreira daqui para frente. Ele deve se apoiar nesse documento enquanto exercer a profissão.

Tipo: juramento de arquivologia
Entidade acumuladora: CAARQ, Professor André, Formando
Atividade que gerou o tipo documental: colação de grau dos formandos em arquivologia
Conteúdo: juramento de arquivologia

Documento 2 – Discurso do Paraninfo

Possui título, datas tópica e cronológica, assinatura, saudação e direção. Tem o gênero textual, suporte digital e está escrito em língua portuguesa com uma linguagem formal.

Esse documento foi criado para ser usado no discurso de saudação da Paraninfa na solenidade oficial de outorga de grau dos formandos. Para o arquivo do CAARQ esse documento tem caráter informativo e pode, ou deveria, estar relacionado a outros documentos referentes à atividade que os gerou, se o centro acadêmico vê relevância em mater tal documentação. Porém, tal documento não possui valor administrativo. Já para o arquivo do professor e do formando o documento, também com valor informativo, pode vir a ter valor histórico dependendo das necessidades de seu acumulador.

Tipo: Discurso do Paraninfo
Entidade acumuladora: CAARQ, Professor André, Formando
Atividade que gerou o tipo documental: colação de grau dos formandos em arquivologia
Conteúdo: discurso de saudação da Paraninfo Profa. Lillian Alvares para a solenidade oficial de outorga de grau dos formandos do segundo semestre de 2009.

Documento 3 – Discurso do Orador

Não possui data, assinatura, direção e símbolos que identifiquem o documento. Tem o gênero textual, suporte digital e está escrito em língua portuguesa.

Para as três situações sugeridas o documento possui somente valor informativo. Pode vir a ter um outro valor nos arquivos pessoais, do professor André e do formando, devido afinidade ou consideração que os acumuladores tenham com o orador, ou mesmo pode ter importância maior para o formando se este for o próprio orador.

Tipo: Discurso do orador
Entidade acumuladora: CAARQ, Professor André, Formando
Atividade que gerou o tipo documental: colação de grau dos formandos em arquivologia
Conteúdo: Discurso do orador da turma de formandos do segundo semestre de 2009.

Pensamos que os possíveis valores adquiridos por cada um desses documentos pode variar de acordo com o seu acumulador. Principalmente em se falando de valor secundário. Essa questão se torna muito subjetiva e diversas respostas podem ser admitidas.

Proibido Mulher no Volante

Posted: terça-feira, 27 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores: ,
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Pois é, na Coréia do Norte o título desse post é verdade. Como sabemos a Coréia do Norte é um país totalitário que vive uma espécie de comunismo das conveniências e que depois de gastar todo o dinheiro com bombas as usam pra chantagear regalias do ocidente, que cede de acordo com seus interesses malignos. (Definição nada otimista da gente mesmo.)

Enfim a verdade é dura mas é verdade, dependendo do momento pode até ser engraçadinho mostrar isso pra Priscila com um tom de menos protesto, algo mais pra humor-negro, mas de qualquer forma a situação é vergonhosa mesmo e precisa mudar. Pena que o mundo não será ouvido lá!

Entre outras coisas, as mulheres na Coréia do Norte só podem usar saia, do contrário estarão sujeitas a uma pena parecida com uma escravidão temporária, não podem fumar, não podem dirigir e não podem andar de bicicleta. Alegação oficial para isso: "As mulheres já provocaram muitos acidentes no trânsito de Pyongyang." (Kim Jong-il - 10 anos atrás)

Contudo existe uma grande contradição nisso tudo. Na Coréia do Norte existe uma profissão predominantemente feminina: "Mulher-Semáforo".

É cada louco....

Sistema que faz carro freiar só.

Posted: segunda-feira, 26 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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A Subaru lançou o sistema "New EyeSight", que utiliza câmeras para auxiliar a direção do motorista. Baseado no EyeSight já existente, lançado em 2008, a nova versão possui gerenciamento eletrônico, ou seja, uma espécie de piloto automático.
O sistema funciona com duas câmeras, localizadas internamente no teto do carro, próximo ao retrovisor, que detectam possíveis colisões, com pedestres ou carros, e param o veículo caso necessário. O New EyeSight chega a parar o carro se a diferença de velocidade entre os dois for menor que 30 km/h, caso contrário apenas diminui a velocidade do veículo.

A Volvo lançou um sistema similar para o sedã S60 no Salão de Genebra deste ano. Assim com o do Subaru, o detector de pedestres freia automaticamente.Outra funcionalidade é regular a velocidade de acordo com outros veículos à sua frente, para garantir uma distância segurança.
A tecnologia da Subaru estará disponível na linha Legacy a partir de maio no Japão, o valor ainda não foi divulgado.

Fonte: Globo.com

50 anos Brasília

Posted: quarta-feira, 21 de abril de 2010 by Pedro Davi in
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Parabéns Brasília.. Que venham mais 50.



Nossa homenagem.

Caos Aéreo

Posted: terça-feira, 20 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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A montadora japonesa Nissan anunciou, nesta terça-feira (20), a suspensão de três linhas de produção no Japão, por estar impossibilitada de importar alguns componentes em consequência do caos aéreo provocado pela erupção do vulcão islandês.

A Nissan suspenderá a partir de quarta-feira (21) e por tempo indefinido uma das duas linhas de produção na fábrica de Oppama, subúrbio de Tóquio, e as duas linhas da fábrica de Kiushu, sul do arquipélago.

Estas linhas produzem os modelos Cube, Murano e Rogue destinados ao mercado da América do Norte. A suspensão afetará a produção de 2 mil veículos por dia.

Fonte: Globo.com - Adaptado

Bem feito! Isso que dá não investir na produção nos países da América do Sul. Tá bem que o preço seria até umas 7 vezes maior que o de fato, mas e daí? O tanto de Citroen C4 que se vê por aí (custa 16 mil euros na Europa - 74 mil reais no Brasil). Se o preço fosse convertido do valor original em real o Citroen custaria 36 mil reais considerando a aplicação dos mesmos impostos da Europa. Mas esses impostos a mais do Brasil se justificam, se percebe de longe que as rodovias daqui são 5,6,7 vezes melhores que as da Europa. ¬¬

Momento Alternativo

Posted: segunda-feira, 19 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Vocês lembram dos Gorillaz, aquela banda de (quem sabe que estilo?) que se apresentava exclusivamente por meio de personagens animados virtualmente... Pois é, havia sumido (desde 2005) e resolveram voltar este ano. Mais moderno, mesmo som, agora com perseguição motorizada contra o Bruce Willis..





Nessa legenda há controversas, mas foi o único que me permitiu incorporação. Aproveitem antes que retirem.. ^^

HEY OH, LET'S GO!

Posted: quinta-feira, 15 de abril de 2010 by Pedro Davi in
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Povo do meu Brasil, temos muito orgulho de dizer que nossa audiência vem crescendo gradualmente e a cada dia mais, e estamos sendo surpreendidos vez ou outra por visitas do exterior. Depois de Brasília, nossa maior audiência vem de Vancouver, e, no Canadá como um todo temos uma média de 7-8 minutos de demora no blog.

Devido a isso, não achamos justo que o que temos produzido, tanto de bom como de besta, não se espalhe por esse mundão cruel por questões digamos que lingüísticas.

Então, estamos inaugurando hoje o nosso link que segue pro nosso blog traduzido em ZULU pro bem da comunicação universal... Tá, a Priscila não queria ZULU então fizemos em inglês mesmo (o que é uma falta de criatividade sem tamanho).

Lembrando que ainda estamos em processo de tradução, temos pouca coisa traduzida, mas até o fim de semana do dia 25 pretendemos ter tudo pronto já.

Então, mais uma ferramenta pra vocês. Beijo do Gordo (I mean... do Júnior)!

Comerciais da Ford - 1970

Posted: quarta-feira, 14 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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As TVs ainda eram verde e branco... (?)



Será que é muita presunção achar que esses vilões lembram a imagem que se tinha dos comunistas na época?

Possante usado por Vin Diesel à venda

Posted: terça-feira, 13 de abril de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Foi anunciado que o carro Camaro F-Bomb 1973 (estrelinha da GM ao lado do Corvette), está à venda. O carro foi usado no filme Velozes e Furiosos 4, e não trás só essas características como publicidade. A peça rara além de restaurada tem 350 cv de potência, motor V8 e teve em seu comando o galã do cinema Vin Diesel, seu possível dublê, e sua versão CGI =D (que andam bem sumidos por sinal).

Infelizmente o possante não é original, mas é manufaturado. E uma curiosidade à favor: diferente da maioria de carros usados em filmes, este trás muitos "itens de série" como limpador de pára-brisa, porta-luvas, cinto de segurança, entre outros.

A maquininha está sendo vendida na internet (não descobrimos onde) por US$ 39.998, equivalente a R$ 70.396, sem considerar impostos.

MAS não se adiantem garotas, o outrora motorista do carro não está incluso no pacote.

Será que é? Ou será que não é?

Posted: segunda-feira, 12 de abril de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Oi oi galera.

Lá vamos nós de novo responder às questões de nosso querido professor. Você que está a par das últimas notícias já deve estar sabendo que a campanha de vacinação contra a influenza H1N1 começou no Brasil. Nossa tarefa foi analisar três documentos que esclarecem, entre outras coisas, sobre o que contém a vacina. Está aí a questão:

Em qual documento a sociedade deve acreditar? Qual é autêntico? Justifiquem a resposta com a análise diplomática e tipológica de cada documento.

Documento 1: E-mail que está circulando na internet

É furada... O documento não possui assinatura, data, nem cronológica nem tópica, somente o texto em si. Não há nenhum elemento que garanta sua autenticidade. Pode ter sido escrito por qualquer um, com interesse qualquer, seja de alertar as pessoas seja de pregar mais uma mentira via “corrente”. Não há embasamento teórico suficiente para se afirmar a veracidade do que foi dito. O e-mail pode até ser genuíno. Ele é o que diz ser. Um e-mail comunicando sobre as contrapartidas da vacina H1N1. Se o que ele traz é verdade ou não é outra história. Não há como saber quem ou que entidade o produziu e nem que atividade o gerou. Duvidamos muito de sua veracidade e autenticidade. Não acreditaremos nele com facilidade.

Documento 2: Notícia publicada no portal do Ministério da Saúde – MS

Esse sim. O documento possui título, assinatura, data cronológica, identificação da entidade produtora (MS), foi publicado no site oficial do MS e foi produzido por uma atividade. Todos são elementos que garantem sua autenticidade. Confiaríamos mais nesse documento, tanto na sua veracidade quanto na sua autenticidade. Também parece ser genuíno.

Documento 3: Nota de esclarecimento

Outra furada. Apesar do documento possuir identificação da entidade produtora (MS) e o brasão da República Federativa do Brasil, fica difícil dizer se ele é autêntico e mesmo verdadeiro. O site em que foi baixado permite que se faça o upload de qualquer documento sem o questioná-lo em nada. Apesar de estar em .pdf, ele pode muito bem ter sido editado por qualquer um, inclusive há um trecho do texto em que a cor da fonte difere da cor do restante do texto, pondo mais uma vez em dúvida sua autenticidade. As informações podem até coincidir com as do documento 2, mas a atividade que o gerou e a entidade produtora podem terem sido falsificadas. Por não ter uma autenticidade tão clara e até duvidosa, pensaríamos duas vezes antes de dizer que ele é autêntico e genuíno.