Negócio da China

Posted: quarta-feira, 28 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores: ,
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Ontem, em Porto Alegre-RS, um homem de 32 anos vendeu o carro da mãe dele por R$ 50,00 pra comprar crack. A história é boa...

De acordo com a Polícia Civil, o sujeito saiu com o carro da mãe na segunda e voltou terça (ontem) dizendo que havia sido roubado. Daí a mamãe iludida foi registrar ocorrência. A polícia foi à procura do carro e o encontrou parado numa via pública, não houve perseguição nem nada porque o filho da mãe vendeu o carro quase sem gasolina, que veio a se cabar logo depois, daí os traficantes foram buscar gasolina, quando chegaram se deram com a amistosa presença da polícia que tem aquele tratamento VIP que todo mundo conhece né?

Só no depoimento os traficantes revelaram que o carro foi vendido por 50 reais (associação para o tráfico) para comprar o crack que eles mesmos vendiam (tráfico de drogas). Isso até parece aquelas licitações do Roriz né? Que, milagrosamente e sem nenhuma premeditação, as fazendas dele, supostamente*, ganhava as licitações pra vender o pão e o leite que ele mesmo inventou de dar pro povo.

Bom... depois que tudo se esclareceu, a mãe e a irmã do vendedor/comprador relataram e afirmaram que ele também já havia vendido o cachorro pra comprar drogas.

*Se diz supostamente porque nada foi julgado sobre essas acusações. cof cof cof..
*2 Essa velha cachimbeira não tá fumando crack.
* 3 Baseado em notícia do G1.com

Diplomática e Classificação

Posted: sexta-feira, 23 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Mas uma vez nos apresentamos para tentar desvendar os mistérios da arquivística que o André nos instiga a trabalhar.

Então, vamos falar sobre os exemplos de classificação que o professor porpos para os documentos do Kit MCE-byte.
O 1° exemplo traz um plano de classificação baseado na função arquivística dos documentos, ou seja, o motivo pelo qual eles serão guardados. Nesse exemplo as divisões das séries podem ser confundidas e/ou até pode haver uma mistura das espécies documentais devido à falta de atenção.
O 2° exemplo nos traz uma demonstração de um plano de classificação estrutural. Este tipo de plano reflete o organograma da instituição e costuma ser mais utilizado que os outros. Porém, podem surgir problemas caso haja mudanças nos departamentos da instituição ou caso não haja organograma, por exemplo, em uma instuição que não seja tão formalizada assim. Também não existe possibilidade de se usar esse tipo de plano em fundos pessoais.
O 3° exemplo é o tão sonhado plano de classificação funcional. Ele se baseia na organização dos documentos de acordo com a função que desempenha na instituição. Este seria o plano fruto das discuções sobre tipologia e que melhor manteria a organicidade dos documentos sem os poréns do plano estrutural.

Mas ainda há muita coisa a se discutir e no nosso caso a aprender visto a complexidade que essa questão nos traz. Será que eu falei alguma besteira? Sim? Não? O que vocês acham?

Serviço de Informação Automotivo

Posted: quarta-feira, 21 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Você conhece o passado do seu carro?

Encontramos na web um site muito interessante que basicamente cruza informações de bancos de dados públicos e privados que tratem de carros.

Parece-nos um serviço de informação bem interessante - apesar de ainda não termos testado pra ver se funciona porque não tenho nenhum número de chassi em mãos pra testar agora.

Enfim... o site promete passar o histórico de qualquer veículo em território nacional (proprietários anteriores, acidentes, vendas, trocas etc). Não percam, então, a chance de matar a sua curiosidade de saber o passado negro que seu carro - comprado usado - pode esconder. E se tiver sido usado em sequestros, assassinatos, rachas, perseguições policiais, ocultação de cadáver etc. etc. etc....? Não deixe de partilhar conosco aquilo que você não sabia do seu carro. =D

Basta ter o n°. do chassi em mãos.

Análise das análises anteriores - Kit MCEbyte

Posted: sexta-feira, 16 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Analisamos as respostas dos blogs do semestre anterior sobre o Kit MCEbyte, que deveriam propor um plano de classificação e fazer a análise diplomática e tipológica dos documentos.

Em primeiro lugar, fussando os blogs, descobrimos que o nome do Kit refere-se mesmo a esse maluco aí, um tal de Maurits Cornelis Escher, holandês, segundo o Felipe, que criava essas figuras doidas e impossíveis - Esse cara devia ser chegado numas doses generosas de café. Holanda?! Nunca se sabe né?... Oo.

Mas então... A resposta que mais nos chamou a atenção foi a do blog Arquivo à Flor da Pele. Foram os únicos que especificaram a atividade e a função no plano de classificação, os outros blogs só desenharam um organograma que não explica muita coisa.

E em relação à análise diplomática... 3 grupos nos pareceram melhores, apesar de praticamente todos se basearem no manual de Madrid (o que não é um erro, mas deixou todas as análises parecidas). Procuramos então outros fatores que nos levaram a eleger as melhores respostas ao nosso ver.

1 - Diplomática e o Cotidiano - que foi mais abrangente e buscou respostas e o contexto em outras fontes;

2 - Ovnis, Arquivos e Diplomática - que ganharam ponto, pra gente, pela estrutura da resposta, ficou bem organizada a análise deles;

3 - Perseguição Arquivística - Expôs a problematização em fazer o exercício devido ao desconhecimento de fatores importantes como trâmite, prazos etc.

É isso, esse carro na parede não quer dizer nada! =D

Chegou a nossa vez - Blog da Vez

Posted: terça-feira, 13 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores: ,
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E aí galera! Finalmente chegou a nossa vez!

Então... Vocês já estão cansados de saber como funciona né?! Mas vamos lembrar os quesitos a serem avaliados:

Qualidade do conteúdo;
Clareza dos assuntos tratados pela equipe;
Quantidade de postagens;
Atratividade em relação ao tema escolhido; e
Interface do blog.

Podem xingar a gente a vontade. Rsrsrs.

Do além para a Garagem

Posted: by Priscila Taíssa in Marcadores: ,
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Indagados por nossos queridos amigos do Diploarte sobre uma possível Diplomática do Além, vamos analisar as cartas psicografadas por Chico Xavier(ops... foto errada!) que foram usadas em um processo criminal para inocentar o réu do assassinato de Henrique Gregoris.

Achamos que essa é mais uma questão de fé do que de diplomática. Mesmo que as informações presentes nas cartas sejam compatíveis com a realidade, inclusive a caligrafia e assinatura do espírito, ainda não existem meios , graças a Deus, de se investigar sua autenticidade. Por isso, acreditamos que essas cartas possuem predominantemente função sentimental e não legal. Não é qualquer juiz que as aceita como prova. E nem é uma coisa corriqueira que acontece nos tribunais. Sua autenticidade e veracidade, mesmo com a confirmação dos parentes, é questionável. Como vimos no filme, Chico não ficava com as cartas, mas as entregava aos parentes dos espíritos presentes nas seções. Então o acumulador são os parentes e as cartas têm função afetiva. Já no caso do processo judicial, ela compõe parte desse processo, então o acumulador será o tribunal e sua função estará ligada ao processo. Apesar da credibilidade de Xavier, se está "inovação" for aceita para resolução de crimes, pode ser que apareçam milhares de médiuns com cartas que inocentem o Arruda, o Paulo Octávio, a Eurides Brito, o Leonardo Prudente, o Júnior Brunelli, o goleiro Bruno...

PROVA!!!!!!!!!

Posted: sexta-feira, 9 de julho de 2010 by Pedro Davi in Marcadores:
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Estamos há alguns instantes para o momento crucial, então antes de saírem de casa façam tudo que tiverem que fazer... TUDO MESMO!!! Basta o suor frio que a prova já proporciona. =D

Enfim, desejamos a todos os colegas muito sucesso na prova e vale sempre lembrar que não devem portar objetos de metal, equipamentos eletrônicos, e que só podem marcar uma resposta na folha definitiva... Qualquer descumprimento estarão automaticamente eliminados do certame! Não é bem esse o discurso de hoje, mas de qualquer forma, feliz prova a todos!

E não esqueçam dos principais conceitos, qualquer coisa dêem um último click na colinha que o Hora de Comunicar fez!



Ready? FIGHT!

E o ganhador é...

Posted: terça-feira, 6 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Bem pessoal, depois do Brasil ter saído da Copa e a Argentina também (hehehe), não temos mais nossas queridas folgas no meio da semana. Então, voltando ao trabalho, analisamos as respostas que os blogs postaram sobre nosso desafio. Nossa avaliação e a média das notas estão nessas imagens abaixo.

Por isso é com grande orgulho que dizemos que o blog ganhador é o... Arquivistas Peregrinos. Parabéns ao grupo! O que nos levou a esse resultado foi principalmente a abrangência da reposta e o seu grau de detalhamento.

Se alguém discorda que o Arquivistas Peregrinos tenha a melhor resposta, por favor, até quinta feira argumentem tentando provar, mas sejam justos. O prêmio será entregue na sexta feira que vem, sem ser nessa que tem prova!

Tomara que até lá o blogger funcione, pois quem ainda não sabe, já fazem 12 horas que os comentários estão tendo atraso ou simplesmente não saem!!!!!!!!!! Essas coisas grátis sempre são assim... ¬¬

Mais uma coisa - resolvemos deixar os Arquivistas Peregrinos escolherem o prêmio entre 3 opções:

1. A apostila de cerca de 2000 questões de provas de concurso pra Arquivista.

2. Uma cópia do grosso livro Fundamentos da Disciplina Arquivística Couture/Rosseau em português de Portugal com sublinhados do Pedro xD.

3. Um carrinho Hot Wheels pra cada membro do grupo.


OBS: recebemos nos nossos e-mails tudo que é escrito no blog, mesmo que não apareça, então podem adiantar seus posts porque saberemos do que se tratam.

Os Irresistíveis falsários

Posted: quinta-feira, 1 de julho de 2010 by Priscila Taíssa in Marcadores:
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Depois de termos assistido a essa comédia na aula de Diplomática, nossa tarefa consiste em analisar a autenticidade histórica, diplomática e legal de alguns documentos que aparecem no filme, além de analisar também sua veracidade. Lá vai:

O quadro de Eva Braun:

Um perito em arte alega que tal quadro foi mesmo pintado por Hitler e que ele próprio – o perito – estava presente no momento em que o quadro foi pintado. Para o comprador a palavra deste perito e suposto amigo de Hitler garante sua autenticidade e veracidade. Contudo, o quadro não é diplomaticamente autêntico. Sua produção não foi feita e ele não foi assinado pelo verdadeiro produtor. Se analisarmos mais profundamente, é provável que, a tela, o tipo da tinta e dos pincéis utilizados não são iguais aos que Hitler utilizava. Agora, historicamente falando, se a história que o perito contou for verdadeira, o quadro pode ser considerado historicamente autêntico, por retratar um fato realmente ocorrido. Se esta suposição estiver correta também poderá ser considerado verídico, porque a informação gravada nele é verdadeira. Contudo, mesmo que a informação a respeito da viagem seja verdadeira, não podemos falar com cem por cento de certeza que ele é verídico e historicamente autêntico porque o corpo da mulher pintado não é o da esposa de Hitler e sim o de uma outra mulher esolhida pelo falsário. Vai que a mulher de Hitler não tinha tantos pelos em baixo do braço, então a informação não seria verídica. Porém, visto tudo isso, se o perito tiver autoridade para atestar que o quadro é genuíno, ou seja, que ele é verídico e autêntico, ele também poderá ser considerado legalmente autêntico.

Os diários de Hitler:

Vários peritos atestaram a autenticidade desses diários, mas num certo momento utilizaram a carta também produzida falsamente para atestar com mais precisão sua autenticidade e veracidade. Devido a isso eles poderiam ser considerados legalmente autênticos, mas não o foram, logo que, após a publicação da revista, a farsa foi desmascarada. Eles não são verídicos nem historicamente autênticos porque as histórias contadas não foram vividas por Hitler e sim pelo falsário. Também não são diplomaticamente autênticos. Como vimos no filme, o F colocado no lugar do A, de Adolf, gerou algumas discussões a respeito da autenticidade dos diários. Também após a publicação da revista atestaram que a idade do papel utilizado não poderia ser compatível com a época em que Hitler supostamente os escrevera. Portanto não são nem legalmente, nem historicamente, nem diplomaticamente autênticos muito menos verídicos.

A carta de Hitler que atesta a autenticidade dos diários, pedida ao Prof. Knobel, quando ele estava com um surto de febre.

Como foi dito anteriormente essa carta foi utilizada para atestar a autenticidade dos diários. Mas somente um elemento foi questionado, a grafia. Diplomaticamente falando, todos os elementos desses documentos deveriam ser estudados para que sua autenticidade fosse comprovada. E legalmente falando, esses documentos deveriam ser diplomaticamente autênticos e verídicos para que possuíssem fé pública. A autenticidade histórica está ligada somente ao conteúdo dos documentos, por isso, se são historicamente autênticos também são verídicos. De certa forma as informações desses documentos são verídicas quando ligadas ao falsário, mas já que todos se referem a Hitler não podem ser considerados verdadeiros. Essa carta durante certo momento foi considerada autêntica, mas creimos que uma futura análise do papel e dos elementos internos e externos do documento tenha excluído essa possibilidade. Do nosso ponto de vista ela é legalmente, diplomaticamente e historicamente inautêntica e não é verídica, pois, não foi Hitler que vivenciou tais informações contidas nela, nem a assinatura pertence a ele, nem a grafia. Para o falsário ela é verídica porque ele as vivenciou, para a história não.

Para concluir:
Achamos que os documentos até podem ser considerados, por um certo momento, diplomática e legalmente autênticos mas só até o momento em que são descobertos que são falsos. Mas não são verídicos e nem historicamente autênticos, exceto o quadro que tem uma questão peculiar. E se esse quadro pintado por Hitler realmente existe? Então o quadro falso poderá ser uma réplica e por isso verídico e historicamente autêntico? Será?